Quem sou eu

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Quem eu sou?... Quem eu sou?... Quem será que eu sou?...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Confusão

Eu confundo
Tu confundes
Tu me confundes

Não consigo entender
Como ou porque

Confusos os pensamentos
Confusos os sentimentos
Não sei se só pra mim
Ou se também para ti

O que será que pensas?
O que será que pensas que eu penso?

Louco mosaico
De gestos e palavras
De presença e de falta

Se misturam
Vontades e receios
Dúvidas e convicções

Parece-me às vezes
Que brincas comigo
Que não tens outro objetivo
Senão o de me confundir

Talvez estejas também confuso
Talvez me aches deveras confusa
Talvez eu é que te confunda

Tamanha confusão
Não deixa espaço pra mais nada

Eu confundo
Tu confundes
Nós nos confundimos

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Momento Musical 10

"Suspenderam
Os Jardins da Babilônia
E eu pra não ficar por baixo
Resolvi botar as asas pra fora..."

Jardins da Babilônia - Rita Lee


Ah! e "quando acabar, o maluco sou eu!"
hahaha

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

UFMG

Hoje tive que resolver umas coisas perto da UFMG e acabei passando lá para deixar uns materiais para reciclagem (acabaram com todos os pontos de coleta mais perto da minha casa...).
Como eu ia buscar minha mãe perto dali e não daria tempo de voltar em casa, dei uma volta pela UFMG e me demorei um tempinho na Praça de Serviços, relembrando meu tempo de Federal.

8 anos... Esse foi o tempo total, entre Colégio Técnico e faculdade.
O Campus está diferente. Mais prédios, novos sentidos de trânsito... Mas a essência, o clima gostoso continuam os mesmos.

Aquela tenda no meio da Praça de Serviços. Quantas apresentações eu já assisti ali, na hora do almoço ou no fim da tarde, em ótimas companhias.
O jardim que eu registrei com a minha pin hole, na aula de fotografia.
A Coopmed, onde vira e mexe a gente comprava luvas e máscaras para a aula de anatomia.

O ICB, com sua graminha para um cochilo ou para brincar com o Chicó, e com seus corredores onde, quando calouros, muito nos perdemos.
A Biblioteca Central, onde, literalmente, caíamos de sono e exaustão depois de horas tentando concluir trabalhos infindáveis.

O atalho por dentro das faculdades de Biblioteconomia, Letras e FAFICH, num gostoso bate papo até a Antônio Carlos.
O branquinho, que agora nem é mais branco. Naquele tempo ele demorava horrores e só andava lotado!

Nossa... Quanta coisa... Quanto tempo...
Quanta saudade...


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Momento Musical 9

"Pai...
Meu pai do céu
Eu quase me esqueci
(Eu quase me esqueci)
Que teu amor vela por mim
(Que teu amor vela por mim)
Que seja feito assim..."

Pai Nosso, versão cantada - Pe. Marcelo


5 X 0

Cinco a zero em cima do Estudiantes.
E só golaço!
A-DO-REI!
Agora os cruzeirenses estão de alma lavada!!! =P


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

De volta

Estou de volta! Para BH e para o Quase tudo, quase nada. É que até terça-feira eu estive em Foz do Iguaçu. E quando voltei estava sem internet. Na verdade, ainda estou sem internet em casa, mas a promessa foi de o problema ser resolvido até hoje à noite. Tomara.
Mas falemos de Foz. Foi uma viagem rápida, poucos dias, mas muito boa. E, como parece que virou praxe eu fazer relato de viagem, cá estou eu de novo, pra contar tudo pra vocês. =)

Gostei muito de Foz do Iguaçu. O povo paranaense é muito gentil, receptivo, acolhedor. Sempre dispostos a ajudar a gente.
Fiquei impressionada com a cordialidade de todos: os recepcionistas do hotel (do nosso e de outro onde pedimos informação), os guias-turísticos, o motorista do ônibus, os garçons da pizzaria e da churrascaria, o pessoal do pub Ballinas, as pessoas pra quem pedimos alguma ajuda...

Itaipu é muito bonita e muito legal! Tudo enorme! E o pessoal que guia o passeio é simpático e bem-humorado. Ah, e agora minha mãe já conhece PSV, válvula globo, gaveta e borboleta, rotor e estator...rs

As cataratas! Ah, as cataratas! Que visão deslumbrante! Que sensação maravilhosa se encharcar naquela "chuva" no meio das quedas d'água! A vontade que dava era de ficar lá para sempre, sentindo o vento trazer a água até a gente!...

Já da Argentina não gostei muito. O tal "centro comercial" não fez sucesso entre nós. E nossos "hermanos" não são lá muito agradáveis. Exceção à moça da loja de couro, ao cara dos quadrinhos de cerâmica, e ao menino dos colares de soja - esses sim, muito bacanas conosco!
Dizem que o cassino é legal, mas não deu tempo de irmos.

No Paraguai, que bagunça! As ruas são sujas e tumultuadas. Carros, camelôs e pessoas se misturam, difícil andar sem tromba-tromba. Mas nas galerias de lojas era mais tranquilo de andar e de comprar, embora não se possa baixar a guarda jamais, sob pena de acabar levando gato por lebre. Mas de uma maneira geral o povo é simpático.

Já na aduana brasileira... que demora.
O problema não é ter que pagar o imposto, é ter que aguentar a enrolação no atendimento. É por coisas assim que o funcionalismo público brasileiro acaba ficando mal visto...

Bom, mas eu adorei a viagem!
Dormimos tarde e acordamos cedo todos os dias, rimos muito, tiramos foto em pose de buda, vimos o pica-pau descer as cataratas num barril!... rs
Pena que acabou... até a próxima!

domingo, 30 de janeiro de 2011

...

"Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo.
E eu serei para ti única no mundo..."

"Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz."

Adorei a Raposa amiga do Pequeno Príncipe, no livro de Antoine de Saint-Exupéry.




sábado, 29 de janeiro de 2011

Tudo errado

Palavras deveriam ser elementos conciliadores. Mas costumam funcionar como antítese de si mesmas.
Venho tentando utilizá-las da melhor maneira, com clareza, coerência e coesão.
Como aprendi no colégio.
Em vão.

Não há palavras que traduzam de maneira totalmente real o que vai por dentro.
Ou, se há palavras, não há voz.
Ou se há voz não há entonação.
Ou ainda que haja entonação, não há entendimento.

Então, às vezes, procuro deixar de lado as palavras e me valer dos gestos. Concretos, visíveis.
Mas eles, assim como as palavras, também são uns pobres incompreendidos. Ou uns cínicos traidores.

Não, não sou boa com as palavras. Nem tampouco com os gestos.
E quando eles se juntam para tentar explicar, para tentar mostrar, para tentar esclarecer, aí é que tudo vira do avesso, o azul enegrece, o brilho fica opaco, o sorriso escorre em lágrimas.

E eu fico, de novo, de cabeça para baixo.
Com uma palavra presa à boca e um gesto pendurado na mão.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Momento Musical 8

"Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?"

Legião Urbana - Eduardo e Mônica

Viagem

Tô muito feliz hoje!

Fiz uma viagem muito legal
Com um grupo de amigos que eu amo muito

Tudo maravilhoso
As paisagens
As conversas
As piadas
Descobrir que eu fico bem de rosa

Cinema sob as estrelas
Cair de sono nos ombros uns dos outros
Passar frio na praça
E sentir de verdade o que é calor humano

Almoçamos às 7 da noite
E nem sabíamos se tínhamos fome
Teve até tequila!
Mas nem foi preciso suspender a bebida

Dirigi carro novo
Dirigi sem trocar marcha
Dirigi de madrugada
É, dirigi bastante

Sim, tô muito feliz!
E também já tô com saudade...