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Quem eu sou?... Quem eu sou?... Quem será que eu sou?...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Lua

Estava eu caminhando distraidamente quando, por acaso, olhei para o céu e a vi. Ela, a Lua.

Linda
Unica
Arrebatadora

Tão bonita, tão redonda e tão luminosa que me fez parar para contemplá-la - e escrever sobre ela.
Adoro a Lua. Adoro ficar olhando para o céu em noite de lua cheia. A Lua baixinha e bem grande no céu é um dos espetáculos mais belos que há.

Agora ela está semi-encoberta por algumas nuvens.Que capricho da natureza! O céu está limpo, há apenas um pequeno grupo de nuvens, e está ventando bastante também. E ainda assim as nuvens se demoram justamente sobre a Lua... Será para trazer mais emoção ao espetáculo?
Ah, nuvem, passe logo e me devolva a bela visão da Lua...

Agora sim, estão indo embora. E ela reaparece, linda, majestosa.

A quem puder e quiser, eu recomendo: olhe para a Lua. Contemple. Deleite-se. A sensação é maravilhosa, vale a pena.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sonhos de menina

A menina sonhava....

Sonhava
Com um mundo mais bonito
Com um futuro promissor
Com um horizonte cor de rosa

Sonhava
Ter uma carreira brilhante
Cultivar amizades infinitas
Encontrar o amor

Sonhava
Cenas de novela
Paisagens de cinema
Emoção de teatro

Sonhava...
Sonhava....

E a menina acordou

Acordou, mas não parou de sonhar

domingo, 12 de setembro de 2010

Domingo!

Aniversário da vovó.

Domingo em família, tudo de bom!!

Missa
Almoço
(hum..... que delícia que estava a sobremesa costa-riquenha!)
Correria com os primos
Tios...
"Talita, como vc está bonita!..."
Videokê
Mordida
Fotos, fotos, fotos!

Foi tudo muito legal!

Ah! E a minha voz continua a mesma; mas os meus cabelos... quanta diferença! rs......

domingo, 5 de setembro de 2010

Cansaço

Tô cansada. Fisicamente, mentalmente, emocionalmente. Eu não havia dito que há dias bons e dias ruins? Pois é, tô num dia ruim.
Ah, tô nervosa, irritada, impaciente.... Queria que o tempo passasse logo, queria pular essa parte ruim, queria, queria....
Mas não é assim que funciona. Não adianta só querer.
O que é que eu faço então? Às vezes acho que não posso fazer nada, que tudo o que me resta é esperar que o tempo leve as coisas ruins embora (ou pelo menos que ele traga novas coisas boas pra compensar as ruins que já estão aqui). Não é que tudo esteja ruim, é claro que há coisas boas. Só que agora eu tô mais pra chateada do que pra otimista.
Enfim...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sentimentos...

Quem irá entender os sentimentos humanos!?...
O que é que faz a gente se sentir feliz ou triste, cansado ou disposto, ansioso ou tranquilo? Eu não sei...

É claro que às vezes são as circunstâncias que mudam, alguma coisa boa ou ruim que acontece e muda o rumo de nossos pensamentos e sentimentos.
Há também a forma como cada um lida com as situações: um mesmo fato pode ser considerado um desafio estimulante por um sujeito e um obstáculo intransponível e desanimador por outro.

Mas o que é que causaria a mudança de um sentimento quando nada disso mudou?
A mesma pessoa continua diante da mesma situação, as circunstâncias não mudaram. Mas o sentimento, pelo menos hoje, é outro: tranquilidade, esperança, serenidade, sonho, coragem, a paz, enfim.

Será que foi o passar do tempo?
Será que foi milagre?

Ah, já sei, foi mágica.
A mágica da vida.


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Do alto de um lugar bem alto

Do alto de um lugar bem alto

Onde o barulho é silêncio
Onde o frio me aquece
Onde vejo todos e ninguém me vê

Do alto de um lugar bem alto

Respiro
Suspiro
Me inspiro

Do alto de um lugar bem alto

Caneta
Papel
Palavras

Do alto de um lugar bem alto

Pena que é hora de descer

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

De como nasce um blog (ou pelo menos este aqui...)

Blog, blog....

Até pouco tempo eu nem sabia direito o que era um blog.... Acho que deve ter apenas alguns anos...
Acho que o primeiro blog que eu li foi do Omar, meu amigo, Arquiteto de Utopias Pessoais. Ele escreve muito bem.

Teve uma época que eu cismei de fazer um blog pra mim também... Mas aí veio o problema: o que é que eu postaria? Fotos? Ah, não era o que eu queria. Poesias? Não tenho tanta criatividade assim. Então.... então a idéia minguou.
Aí, há pouco tempo, me veio de volta essa vontade de fazer um blog. Foi num dia que eu estava meio chateada e reflexiva, pensando coisas filosóficas sobre a vida. Naquele dia eu fiz um texto só para extravasar meus pensamentos. Aí, dias depois, fiz um blog e postei o texto lá. Mas havia sido só. Eu nem cheguei a contar a ninguém o endereço do blog nem nada. Acho que é dessas coisas que a gente faz e depois acha tão bobo que guarda no fundo da gaveta.

Pois é... o "QUASE TUDO, QUASE NADA" esteve no fundo da gaveta até hoje. E o que aconteceu para que eu o tirasse de lá? Aconteceu que, embora eu não seja nenhuma poetisa ou grande cronista, eu gosto de escrever. Gosto de organizar as palavras, adequar a pontuação para dar a entonação que eu desejo.
E além do mais eu, quando escrevo, me sinto como se estivesse falando com alguém. Ainda que não seja possível saber se alguém irá acessar o blog e ler esse ou aquele texto, há sempre essa possibilidade.
E isso é fascinante. É fascinante haver sempre um interlocutor, mesmo quando todo mundo a quem você poderia chamar para um papo estiver estudando/trabalhando/namorando/passeando/dormindo.
O blog vai estar sempre lá.

Então é isso. A partir de hoje está no ar o "QUASE TUDO, QUASE NADA", para falar do que vier na cabeça e também de coisa nenhuma.

Sejam todos bem-vindos!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Crise existencial

Sabe, viver não é fácil. Ou vai ver que é, vai ver que eu é que não sou.

Fato é que a gente é o que é, e nem sempre (ou quase nunca) se pode controlar isso.

Por mais que a gente tente, por mais que se proponha a ser ou fazer assim ou assado, na verdade, no fim, a gente é o que é, e muito pouco se consegue alterar disso.

Talvez isso não seja ruim. Afinal, é isso que faz cada um ser cada um. Mas às vezes é duro. É duro olhar pra gente, olhar para o que vivemos, para o que fizemos e pensar “putz! por que que não foi diferente?”

Mas façamos o jogo do contente: o lado bom é que todo presente vira passado e há sempre um futuro novinho esperando por nós. Para melhor usufruirmos dele, eis a condição: abrir a mente e o coração. Não significa se esquecer do que já foi, mas sim saber guardar só aquilo que de alguma forma puder resultar em crescimento. E assim o futuro virá, novo, melhor. E eu espero que venha logo...